INAE fecha quase 100 estabelecimentos por falhas de higiene e segurança

 

Maputo – A Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) suspendeu, entre Outubro do ano passado e o início de Janeiro, as licenças de 93 estabelecimentos comerciais, incluindo unidades hoteleiras, restaurantes e bares, por incumprimento das normas de higiene, segurança e limpeza.

A informação foi avançada esta terça-feira pelo director de Operações da INAE, Abel Bilal, à margem do balanço global das acções de fiscalização realizadas durante o período festivo.

Mais de 300 denúncias analisadas

De acordo com Abel Bilal, no período em análise, a INAE recebeu e respondeu a 312 denúncias apresentadas por consumidores, relacionadas, sobretudo, com:

  • Falta de condições de higiene;

  • Incumprimento das normas de segurança;

  • Deficiências na limpeza dos estabelecimentos;

  • Irregularidades no funcionamento de serviços comerciais.

“As suspensões resultam de infracções graves que colocam em risco a saúde pública e o bem-estar dos consumidores”, explicou o responsável.

Fiscalização intensificada na quadra festiva

O responsável falava durante a apresentação do balanço das actividades desenvolvidas na quadra festiva, período em que a INAE intensificou as acções de fiscalização com enfoque em:

  • Abastecimento de bens essenciais;

  • Funcionamento regular dos serviços comerciais;

  • Cumprimento das normas legais pelos operadores económicos;

  • Protecção dos direitos do consumidor.

A instituição sublinha que as fiscalizações tiveram como objectivo garantir a qualidade dos serviços prestados à população, sobretudo num período de maior procura, como as festividades de fim de ano.

Alerta aos operadores económicos

A INAE reforça que os estabelecimentos suspensos só poderão retomar as actividades após a correcção das irregularidades detectadas e mediante nova avaliação técnica.

A entidade apela ainda aos operadores económicos para o cumprimento rigoroso da legislação em vigor, de forma a evitar sanções e garantir um ambiente comercial seguro e saudável para os consumidores.

(Fonte: Rádio Moçambique)

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