Papa pede paz e critica guerras feitas para dominar mercados e territórios

 


O Papa Leão XIV afirmou esta quarta-feira, no Vaticano, que o mundo precisa de projectos que libertem as pessoas e promovam a paz, e não de guerras usadas para conquistar mercados, territórios ou poder político.

Falando durante a celebração das Primeiras Vésperas, na Basílica de São Pedro, o líder da Igreja Católica disse que a humanidade necessita de um caminho justo, humano e pacífico, especialmente num momento marcado por conflitos armados em várias partes do mundo.

“Hoje sentimos a necessidade de um projecto sábio, livre e libertador, um projecto pacífico e fiel”, declarou o Papa, durante o tradicional Te Deum, cerimónia de agradecimento pelo ano que termina.

Crítica às guerras e interesses ocultos

O Papa alertou que, ao longo da história, continuam a surgir planos que destroem em vez de construir. Segundo ele, muitos conflitos são motivados por interesses económicos e políticos, mas acabam sendo justificados com discursos falsos.

“Há estratégias armadas que tentam dominar mercados, territórios e zonas de influência, escondidas atrás de discursos hipócritas, ideologias e até falsas motivações religiosas”, denunciou.

Apelo à responsabilidade global

A mensagem do Papa Leão XIV surge num contexto internacional marcado por guerras, tensões geopolíticas e crises humanitárias, reforçando o apelo da Igreja Católica à resolução pacífica de conflitos, ao diálogo entre nações e ao respeito pela dignidade humana.

O líder católico defendeu que apenas projectos baseados na paz, justiça e solidariedade podem garantir um futuro melhor para a humanidade.

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